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A estréia de ‘Nibbler‘ aconteceu ontem e hoje a peça recebeu sua primeira crítica, onde Elizabeth recebe elogios. Leia:

Fazer a transição da graduação do ensino médio para a idade adulta pode ser um desafio, especialmente para os adolescentes que ainda não se encontraram. ‘Nibbler’ de Ken Urban, uma produção de estréia mundial pelo ‘The Amoralists’ no Rattlestick Playwrights Theatre, dá um olhar engraçado e “sujo” para as dores de crescimento de um grupo de cinco amigos não tão maduros em uma ficção científica sobre amadurecimento. Paródia que leva licenças artísticas liberais com lembranças desencadeadas pela música e e antiguidades a partir dessa idade e tempo fundamentais.

Situado em Medford, Nova Jersey, na maior parte no verão de 1992, Urban aproveita a tradição de criaturas míticas assustadoras supostamente habitarem Pine Barrens (por exemplo, a lenda do Diabo de Jersey), quando o estrangeiro homônimo leva um pedaço de quatro dos amigos, um por um, mudando instantaneamente cada um deles. Dirigido por Benjamin Kamine, a fantasia muitas vezes se estende para o bruto e gratuito (eles não se chamam de “Amoralistas” sem motivo!), quando os jovens personagens exploraram o sexo e a boca suja, drogas e álcool, para uma trilha sonora de hits de rock da época. Eles tomam as más decisões habituais, mas sob todos os seus excessos físicos, eles lutam com alguns problemas sérios, muitos dos quais são revelados quando eles repetidamente jogam “verdade ou consequência” – apenas para rir infantilmente de si mesmos e uns aos outros por serem “sinceros pra caralho”.

O envolvente elenco de atores emergentes fazem plenamente os papéis, capturando com êxito o espírito juvenil dos personagens, personalidades distintivas e agitação interior com diálogo rápido e burlesques reconhecíveis de comportamento adolescente. Rachel Franco como Tara, Spencer Davis Milford como Matt, e Sean Patrick Monahan como Pete todos oferecem indícios iniciais inegáveis de quem eles são e o que eles vão se transformar em após seu encontro com o Nibbler. Elizabeth Lail se destaca como Hayley, a linda do ensino médio com uma propensão para roupas finas e conversas sexuais inventadas; Sua entrega é clara e seu desenvolvimento pós-Nibbler é absolutamente hilariante. E James Kautz como Adam oferece uma combinação de fermento, sofrimento, sensibilidade e nostalgia, enquanto ele lembra de sua velha gangue e revisita os momentos que passaram juntos. Completando o conjunto é Matthew Lawler como o oficial Dan, que resume o resultado final de escolhas ruins, fixações adolescentes e a incapacidade de avançar para a maturidade, servindo assim como um despertador para os adolescentes (e, por extensão, para o público). Juntos, o grupo nos mostra, em ações, palavras e em seu desempenho da canção original de Urban, os “altos” e baixos de “Como é ser Pessoa”.

O design cênico de Anshuman Bhatia, com adereços de Zach Serafin, engloba o jantar vintage, madeiras escuras e casas familiares onde os amigos ficam, com projeções visuais que definem o local e as datas. O som de Christian Frederickson e a iluminação de Christina Watanabe distinguem entre os locais normais do dia-a-dia e a assustadora chegada do misterioso alienígena, trazido à vida pelo estilista Stefano Brancato. Lux Haac fornece trajes apropriados à idade e ao personagem, desde os tee-shirts de rock-band dos rapazes até as pérolas de bom gosto da Hayley.

Enquanto várias das cenas mais impuras provocaram um coletivo alto “ewwww” da platéia (e eu!), se você gosta de humor atrevido, obscenidades explícitas, nudez completa e situações sexuais juvenis, Nibbler irá mantê-lo descontroladamente entretido por seu valor de choque exagerado e, em seguida, tocado pelo tema subjacente de enfrentar a estrada pela frente, deixando o passado para trás, crescendo e se tornando a pessoa dentro de você, como todos nós devemos fazer eventualmente.

Duração: 95 minutos, sem intervalo.

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Tradução e adaptação por Elizabeth Lail Brasil – Não reproduza sem os créditos!

Nova entrevista de Elizabeth ao HollywoodLife
29.06
postado por Elisa
categoria: Artigo

A premiere de “Dead of Summer” está sendo comentada por todo mundo, e mesmo que os criadores comparem com “The Shining, sabemos que não existe drama adolescente sem romance.

Durante o episódio vimos um pouco da vida que Amy (Elizabeth Lail) vivia – e os homens que estão em seu futuro.

“Tem muito romance,” Mark Indelicato que interpreta Blair, contou ao HollywoodLife.com exclusivamente durante o ATX TV Festival. “Muitas coisas sexy podem acontecer,” Elizabeth concorda. “É inevitável. Num grupo pequeno num acampamento de verão?! Tem sempre romance!”

Os dois, rindo e ficando sem graça, com certeza sabiam que o que vimos na premiere era só uma prévia do que está por vir.  “É bem sexy as vezes,” ele acrescentou. “É uma série de terror, mas também tem o elemento dramático.”

Muito do drama está por conta da personagem de Elizabeth, Amy, que está passando pelo seu primeiro acampamento de verão, conhecendo todas essas pessoas que já são amigos uns dos outros.

“As relações são complexas; são enorme parte da história —seja por conta do romance ou amizades,” ela disse. “ Vamos vê-la lidar desde novas relações até com novas atividades. Ainda lidando com um passado trágico, é uma constante luta para Amy.”

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Tradução e adaptação por Elizabeth Lail Brasil – Não reproduza sem os créditos!

 

 

Entrevista de Elizabeth ao TalkNerdyWithUs
29.06
postado por Elisa
categoria: Artigo

Este post contém spoilers do 1×01 de Dead of Summer. Você foi avisado.

A mais nova série de Freeform, Dead of Summer, segue a história de um grupo de concelheiros no Acampamento Stillwater nos anos 80.  Os concelheiros são Alex (Ronen Rubinstein), Jessie (Paulina Singer), Cricket (Amber Coney), Joel (Eli Goree), Blair (Mark Indelicato), Blotter (Zachary Gordon), e Amy (Elizabeth Lail). Quando a sombria mitologia de Stillwater desperta, o que deveria ser um verão de diversão tornam-se sustos a cada esquina. A série será lançada hoje às 9|8pm. Durante o ATX em junho, conversamos com a talentosa novata Elizabeth Lail e Mark Indelicato (mais conhecido pelo papel de Justin Suarez na série de sucesso da ABC, “Ugly Betty”) sobre seus papeis no Acampamento Stillwater.

Elizabeth, no piloto descobrimos que sua amiga morreu. Ela vai lidar com essa perda toda a temporada? Como isso a afeta no Acampamento?

É relativamente recente porque Amy tinha planejado ir para o acampamento com sua amiga de escola. Elas tinham acabado de se formar no ensino médio. Esse foi um acontecimento recente trágico e eu acho que Amy lida com isso dia a dia dentro de si mesma, mas o campo tem esse jeito misterioso de manifestar isso fisicamente e de forma sobrenatural. Ele começa a afetar seus relacionamentos com as pessoas e sua noção de tempo. É como se nos seus primeiros dias no acampamento ela fosse assombrada por esta memória da morte de sua amiga. Isso é uma coisa difícil de lidar e acho que ela lida com isso todo o tempo, esse tipo de perda.

Quando vocês assinaram o contrato para a série, vocês tinham uma idéia do arco geral da temporada? Ou você foram mantidos no escuro sobre as ações que iriam acontecer com os personagens?

[…]

Cada episódio é uma surpresa muito agradável, mesmo assim. Nós lemos e ficamos tipo, “Oh meu Deus, eu não posso acreditar que isso acontece.” É realmente uma adorável jornada como ator a ser descoberta de certa forma, como o público faria.

Voltando ao piloto, alguns dos personagens tem segredos que são suspeitos. Existem caras bons e maus na série? Ninguém é realmente bom ou existe um vilão?

Elizabeth: Com certeza tem um vilão.
Mark: Existem, mas claro que eles não mostram quem é. Você meio que tem uma ideia de quem pode ser no primeiro episódio. Acaba sendo… Fica complicado.
Elizabeth: Não fica claro mas com certeza tem.
Mark: Não é claro até pra gente. (Risos.)
Elizabeth: Tem várias forças envolvidas.
Mark: Sim.
Elizabeth: Tem o acampamento em si, que tem vida própria.
Mark: É seu próprio personagem.
Elizabeth: E tem os satanistas.
Mark: E também os concelheiros com os segredos.
Elizabeth: É, você poderia ser seu próprio inimigo.
Mark: Com certeza. Os escritores são muito versáteis. Adam, Eddy e Ian são bem versáteis em escreverem coisas que tem muita reviravolta e acabam se forma inesperada.

Quando se pensa em adolescentes, acampamento de verão e vilões a tendência é pensar em Sexta-feita 13. Vocês podem contar se o vilão é um assassino do tipo que dilacera as pessoas?

Mark: Não tem isso. Eles tem sido bastante inflexíveis quanto a isso.
Elizabeth: As pessoas morrem. Mas isso é de costume acontecer.
Mark: É, todo mundo morre. (Risos.)

Falando em morte, aquele homem que Joel viu atrás de Amy na filmadora, é o mesmo do fim do piloto? No lago?

Mark: É o mesmo. Você não fica sabendo nada sobre ele até mais para o final da temporada.
Elizabeth: Bem mais pro final.
Mark: Nem a gente sabe muito sobre ele, na verdade.
Elizabeth: É, ele é um mistério.
Mark: Tem alguns rumores por aí sobre sua função, mas não temos uma ideia clara, ainda. Ficamos sem saber das coisas a maior parte do tempo. Eu realmente nunca sei o que está acontecendo com o meu personagem.
Elizabeth: A gente acha que sabe, mas aí estamos errados. (Risos.)
Mark: Sentamos em círculo pra conversar sobre as teorias e daí estamos todos errados.
Elizabeth: É que nem jogar adivinha.
Mark: É, é tipo ‘na sala de jantar com o castiçal e o homem alto.’

A Freeform já foi ABC Family, e eles estão crescendo. Quero dizer, eles tiverem “Pretty Little Liars” por sete anos e querem alguma série que possa ser a nova “Pretty Little Liars”. Sei que eles estão tentando envolver um público um pouco mais velho. Vocês acham que isso se encaixa em “Dead of Summer”? Será que a série poderia inovar em alguma coisa? Explorar alguns temas mais sombrios?

Sim, é muito sombrio. Cada vez que leio um episódio, só fica mais e mais sombrio. A coisa maravilhosa que eu acho que eles estão fazendo com “Dead of Summer” é que ainda é muito verdadeira. Não é apenas sombria só por ser. Ou assustador só por ser. Eles estão criando algo realmente complexo e inteligente, mas ainda relacionável ao público da Freeform com os jovens conselheiros do acampamento.

Como os anos 80 influencia a série? Por que vocês acham que é necessário se passar nessa época?

Mark: É uma homenagem a esse filmes de acampamento com adolescente. Eles queriam combinar os adolescentes com algo de terror dos anos 80.
Elizabeth: É também o ano que Adam e Eddy foram acampar. Foi no verão desse ano que aconteceu então eles estão escrevendo usando…
Mark: No verão de 89. É bem pessoal para eles.
Elizabeth: Gostamos por que exige que a gente converse, sem usar mensagens de texto ou algo do tipo.
Mark: Com certeza. Não tem como digitar nada sobre isso por que simplesmente não existe.
Elizabeth: Sim. Tem algumas musicas fantásticas.
Mark: Sim, é bom ter conversa cara a cara e não sair em uma guerra de mensagens tipo “Gossip Girl” ou algo assim.
Elizabeth: Sim, e também em 1989 houve uma mania satanista. Se passa nessa época para poder pegar essas referências também.
Mark: Eu também acho que ser definido na década de 80 e estar em uma rede como a Freeform pode ser muito interessante para um público mais jovem por causa música. A música é realmente grande parte da série, seja um personagem ser obcecado com um determinado artista ou apenas a música que está sendo tocada como trilha sonora. Acho que nesta cultura em que estamos vivendo agora é tudo sobre: “Qual é a mais nova tendência? Qual é a mais nova mania? “Nós não estamos realmente olhando para trás e apreciando o que veio antes. Eu acho que poderia ser bem educacional ou re-educacional para um grupo mais jovem de pessoas.
Elizabeth: Também parece ser o hora certa para isso, com a morte de Prince e David Bowie.

[…]

 

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Tradução e adaptação por Elizabeth Lail Brasil – Não reproduza sem os créditos!

411 Mania elogia Elizabeth!
14.03
postado por Elisa
categoria: Artigo, OUAT, Uncategorized

O site 411 Mania fez uma lista com os cinco melhores personagens de contos de fadas e Anna e e Elsa estão em quinto lugar. O site aproveita e elogia Elizabeth pela sua performance em Once Upon a Time, leia:

5. Anna e Elsa, Frozen Eu sei, eu sei, muitos estão cansados de Frozen e suas musicas. Mas existe uma razão do porquê esse filme virou um sucesso mas também um fenômeno cultural e seus personagens. Elsa fala com muitas garotas, lutando com seu lado secreto, escondendo-o por anos mas finalmente o mostrando, o que a fez muito bem. Anna é a irmã que fará qualquer coisa pela sua irmã, não importa o que, sendo desajeitada e confiando no cara errado para partir seu coração mas se sobressaindo mais forte com isso tudo. O crescimento de ambas e a amizade delas fez o filme brilhar, sem contar que elas não precisam ser definidas por homens, elas fazem tudo por conta própria. Georgina Haig e Elizabeth Lail fizeram um trabalho incrível dando a vida à elas em Once Upon a Time, Haig mostrando Elsa lutando com seus poderes mas se abrindo, enquanto Lail encorporando o comportamento brincalhão de Anna mas também lutando quando necessário e ambas compartilharam o relacionamento fraternal que as torna imbatíveis. Elas podem ser os novos mitos dos conto de fadas, mas estão no ranking entre os melhores por serem verdadeiros exemplos de que esconder quem você é nunca vela à pena.

Via

anna

Anteriormente, o site Hypable elogiou a performance de Elizabeth em ‘Once Upon a Time’ e agora, eles elegeram Anna como a melhor adaptação de Frozen na série. Leia abaixo:

A primeira metade da 4ªtemporada de Once Upon a Time se focou em Frozen. Mas qual personagem fez a melhor transferência da animação para viver a ação?

Elsa, Anna, Kristoff, Hans – todos eles fizeram seu caminho para as mesas animadoras de Once Upon a Time nesta temporada. Mas houve uma personagem que encarnou a personalidade, trajeitos, e todos os potencias inexplorado no encerramento do filme de Frozen. Anna, Elizabeth Lail, colocou todos os personagens fora da água, er, gelo, durante a 4ªtemporada. A performance de Lail durante cada semana não foi diferente de assistir Anna diretamente do filme de animação. Seu carisma, otimismo inabalável, e sagacidade feroz quando enfrentando o mal tudo se fundiu para cumprimentar o resto do elenco para o seriado.

O figurino e escalação pesa bastante para criar a base perfeita para um personagem, mas a essência do personagem só pode ser alcançado se a pessoa certa pisa naqueles sapatos perfeitamente escolhidos. Não é à toa que Lail terminou em nosso Hypable Honors na semana passada por sua performance no episódio 10 de Once Upon a Time, “Shattered Shight”. A variação de Anna nesta temporada passou de noiva, à irmã dedicada, para uma pessoa maliciosamente honesta sobre o feitiço do Shattered Sight, e finalmente para a garota que salva a cidade e todos dentro nele.

Aqui estão alguns dos melhores momentos de Anna na 4ªtemporada de Once Upon a Time.
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