Elizabeth Lail Brasil

 
Elizabeth é a capa da NKD Magazine!

Elizabeth é a capa da NKD Magazine!

Elizabeth é a capa da edição de março da revista NKD! Fotografada e entrevistada por Catherine Powell, Elizabeth visitou a Color Factory, uma exibição interativa em SoHo. O styling ficou por conta de Sarah Slutsky, maquiagem por Jamie Dorman e cabelo por Matthew Monzon.

Fizemos a compra da cópia digital da revista e abaixo, você confere a entrevista traduzida com exclusividade, além dos scans da edição deste mês:

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Scans > 2019 > NKD Magazine – Março

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Tradução, adaptação e scans por Elisa – Equipe ELBR;

ELIZABETH LAIL fala sobre sua carreira crescendo aos poucos e o sucesso da noite para o dia de ‘YOU’

“Fui em uma sessão de terapia uma vez e a primeira pergunta que fizeram foi: ‘com foi seu nascimento?'” Elizabeth Lail me conta enquanto sentamos – literalmente – em cima de um aquecedor de uma cafeteria em SoHo. A temperatura é de quatro graus lá fora e tem gelo nas janelas, por isso o aquecedor. Resisto a vontade de brincar dizendo que “o frio não vai mesmo me incomodar”, em referência ao seu primeiro papel no drama inspirado em Disney na ABC, Once Upon a Time.

A resposta para a pergunta de seu terapeuta foi que ela teve uma uma calma e fácil entrada ao mundo e ela acredita que “calma” é uma resposta muito apropriada para descrever a história da sua vida. Nascida e criada na Carolina do Norte, quase toda a vida de Elizabeth foi confinada na Costa Leste. Quando criança, ela sempre inventava histórias sozinhas em seu quarto e então no ensino fundamental, a mãe de Elizabeth a forçou fazer um teste de uma peça, esperando que a fizesse menos tímida. “Eu fiquei aterrorizada,” ela admite. Mas ela conseguiu um papel pequeno e – mais importante – fez amigos. “De repente estava rodeada por pessoas que eram interessantes para mim,” ela diz.

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Entrevista de Elizabeth ao Entertainment[.]ie

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Tradução e adaptação por Elisa – Equipe Elizabeth Lail Brasil;

YOU da Netflix, estrelado por Elizabeth Lail e Penn Badgley, de Gossip Girl, tem sido assistido por milhões de pessoas desde que chegou ao serviço de streaming em dezembro passado. Adaptado do livro de suspense psicológico do mesmo nome de Caroline Kepnes, “You” é a clássica história de garoto que conhece a garota, exceto que o garoto é na verdade um perseguidor doente. Uma história que já foi contada antes, mas desta vez vemos do ponto de vista do perseguidor, Joe, interpretado por Badgley.

Elizabath Lail estrelou como Beck, o objeto de seus desejos, que se encontra embarcando em um relacionamento com Joe completamente inconsciente do quão de sociopata ele é. A série provocou uma enorme reação dos fãs, e deixou todos nós usando nossas mídias sociais com mais cuidado. Também trouxe o brilhante talento de Elizabeth Lail para o centro das atenções.

Você pode ter visto Lail, nascida no Texas, quarta temporada de “Once Upon a Time”, quando ela conseguiu o cobiçado papel de Anna (da fama de “Frozen”). Ela também estrelou na série de TV sobrenatural americana “Dead of Summer” como Amy Hughes. 

YOU é, sem dúvida, o seu papel de maior sucesso, lançando-a à fama mundial com a personagem Beck. Nós tivemos a chance de conversar com Elizabeth recentemente após o sucesso da série, e mesmo que ela não falasse nada sobre um possível reaparecimento de alguma forma na 2ª temporada, ela ainda tinha muito a dizer sobre essa série tão comentada.
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Entrevista de Elizabeth com a TimeOut Lisboa

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É o novo guilty pleasure da Netflix. YOU, sobre uma relação obsessiva controlada por Joe Goldberg (Penn Badgley), capaz de matar quem se mete entre si e Beck (Elizabeth Lail), chegou ao serviço de streaming este mês e tornou-se num hit. A segunda temporada já está confirmada, mas pouco ou nada se sabe. Falámos com a protagonista, mas a chamada caiu a meio. Terá sido ele?

Esperavas este sucesso? 
Não, tento gerir as minhas expectativas. Foi uma surpresa muito agradável. É arrebatador.

E vamos ver-te na segunda temporada? 
Não sei muito sobre isso.

Mas gostavas de voltar? 
Terás de esperar para ver.

Porque achas que se tem falado tanto da série? 
É um bocado como a junk food. São só dez episódios, podes ver de forma muito rápida. Queres saber sempre o que acontece a seguir. E não é necessariamente televisão vazia, há muito pensamento e cenas difíceis e isso torna-se muito interessante. Acho que cativa os dois públicos, quer procures algo mais fácil ou divertido para ver, mas também algo intrigante e negro. Cobre vários géneros televisivos.

Não é estranho que tanta gente adore o Joe, mesmo que ele seja um assassino? 
É terrível, mas eu até percebo. É o tipo de programa em que se torce pelo herói a qualquer custo. Eu só espero que as pessoas em algum momento digam: ‘Wow, por que é que eu gosto deste tipo?’. E que então lutem contra isso.

A série pode ser um alerta para a violência nas relações? 
Tenho a esperança que as pessoas reconheçam que não há muito amor na série. Ele está só a manipular e a controlar toda a relação. Está tudo errado ali. Aquilo definitivamente não é amor. 


Elizabeth fala sobre YOU e novos projetos com a Image Magazine

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Tradução e adaptação por Elisa – Equipe ELBR;

O que você pensa sobre tantas mulheres romantizando Joe, apesar dele ser um perseguidor e assassino?
Acho que estamos programados dessa maneira. Eu inclusive. Com todos os rom-coms e contos de fadas que lemos, estamos programados para torcer pelo herói a qualquer custo, infelizmente. E assim, minha esperança é que essas mulheres percebam isso dentro de si; e pergunte a si mesmas: “Oh Deus, por que eu amo esse homem terrível?” Espero que eles reconheçam isso como um viés inconsciente (que está dentro da maioria de nós) e trabalhem ativamente contra isso.

Beck recebe muitas críticas por seu comportamento na série também… você acha que isso é justificado?
Nem todo mundo gosta de Beck porque ela é imperfeita; o que confunde minha mente às vezes porque eu realmente não acredito que você possa culpar a vítima. Nunca. Só porque ela não tem cortinas não significa que ela quer ser manipulada, capturada e controlada. As pessoas são muito duras com a Beck, mas eu sou sempre rápida em dizer que ela é a vítima nessa situação, e sim ela é imperfeita – todos nós somos. E suas imperfeições não são nada comparadas às de Joe.

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