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9
set 2018
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Prepare-se para ficar obcecado por Elizabeth Lail. Espero que não seja tão obcecado quanto o Joe de  Penn Badgley por sua personagem Beck na nova série da Lifetime, YOU, mas você sabe, somente como apreciação saudável por ela como atriz.

Lail estrelas YOU, que certamente te deixará viciado já o drama também tem elementos de um thriller, uma comédia e um romance tudo misturado em uma série viciante viciante de uma hora de duração. E enquanto Badgley está diferente do você já ter visto ele antes, e Peach, de Shay Mitchell, é a amiga que você vai amar odiar, Lail é a grande estrela do grupo. Então, quando ela passou pelos escritórios da Decider essa semana, perguntamos a ela tudo sobre como se relacionar com seus novos colegas de trabalho, o que ela estava lendo na locação da livraria usada com frequência na série e por que ela apoia de sexo da série.

Qual foi sua primeira impressão da série e levou um tempo para entender tom dela, porque é muito diferente de praticamente tudo.

É muito diferente. Especialmente o aspecto da narração, quando você está lendo o roteiro que é a primeira coisa que você percebe, não é como nenhum roteiro que você recebe. No começo eu estava tipo, isso vai ser difícil, difícil de ser feito. Mas fiquei realmente intrigada ao ouvir todos os pensamentos de [Joe]. Adiciona outro elemento que você nem sempre consegue. É claro que acrescenta aquele elemento assustador, que é estranhamente atraente para alguns de nós.

Eu tinha lido apenas o primeiro episódio e depois li o livro. E lembro que enquanto lia [o livro], continuava a me surpreender. Eu ficava tipo whoa, eu não sabia que isso chegaria nisso. Continuou me surpreendendo, então essa foi minha primeira experiência com tudo isso.

Foi difícil para você interpretar Beck como sendo inocente e ingênua, mas também por você saber, como Elizabeth, o que estava acontecendo com os outros personagens?

Bem, eu não gosto de pensar nela como tão inocente e ingênua, porque se ela é, então todos nós somos até certo ponto. Tipo, a menos que você pense no pior caso, estamos todos em nossos computadores, estamos todos conectados ao mundo exterior e dando a eles muito de nós mesmos sem nossa permissão técnica. Mas honestamente não foi tão difícil, porque eu só tenho que estar em meu próprio mundinho, e a câmera estava sempre na rua enquanto eu estava no apartamento. Então é como fingir. E você tem menos gente da equipe ao seu redor, então parece um pouco mais real. Mas eu gostei disso. Acho que isso tornou a experiência para mim menos estressante. O que Penn está tendo que enfrentar, interpretando esse cara realmente horrível que está fazendo coisas realmente repugnantes, às vezes como um ator que é difícil de internalizar. Você fica tipo, o que estou fazendo, por que estou fazendo isso, todos os dias da minha vida. E para mim, eu estava em um drama romântico pela a maior parte da série.

Como você constrói a química com seus colegas, especialmente Penn como Joe, o homem com quem você está namorando, e Shay como Peach, a melhor amiga da sua personagem?

Bem, a parte difícil do trabalho é que você tem que fazer um teste de química antes mesmo de ter o papel. Então eu li com Penn e me lembro de sair pensando, oh graças a deus. Porque havia algo lá. Houve algum tipo de coisa fácil, algo em que você não pode colocar o dedo, mas há algo entre você que é útil para qualquer tipo de cena, seja uma amizade ou um romance. E nós tivemos isso, eu acho, desde o início e isso é sorte. Penn acabou sendo o parceiro mais incrível de todos porque ele é um ser humano tão incrível e nós estávamos fazendo coisas desconfortáveis ​​e me senti muito segura com ele.

Algumas das outras garotas da série, quando nos juntamos, era como se fôssemos nossos personagens. Conversamos e rimos muito e nós sairíamos frequentemente durante as gravações. Mas Shay está em outro nível. De mulher.

As cenas de sexo são muito positivas para mulheres e nunca mostram mais do que devem. Isso ajudou você a se sentir confortável em fazer essas cenas?

Definitivamente. Tem muita série que você vê  os seios das mulheres, elas objetivadas e você não está realmente vendo muito o cara, ou a mulher está sempre dando prazer ao homem e não vice-versa. Então, quando eu vejo isso do jeito oposto, eu agradeço. Vamos colocar mais isso no mundo, porque sabemos que estamos influenciando o mundo para melhor ou para pior. Qualquer coisa para o benefício das mulheres, eu apoio.

No episódio quatro, ouvimos os pensamentos de Beck. Como foi isso, foi um novo aspecto da performance para você?

Foi algo que eu nunca fiz antes. Eu nunca havia dito em voz alta os pensamentos da minha personagem. Você também está em uma cabine assistindo a cena e tentando fazer sentido e se adequar ao tom que você já filmou. Tipo, você já filmou a cena e quando você está na cena, você está deixando espaço para os pensamentos. É realmente muito difícil. E Penn é muito bom nisso. Ele tem uma ótima voz de rádio. Precisei de algumas tentativas para conseguir. Esse foi um novo desafio, mas estou feliz por ter conseguido.

Isso acontece mais de uma vez?

Sim.

Muitas cenas acontecem na livraria onde Joe trabalha, existem livros de verdade nessa livraria?

Sim, toneladas de livros de verdade. Que também incluem Pretty Little Liars e Gossip Girl. Foi engraçado. Colocaram lá para as pessoas que são ávidas da TV. Mas eu li a seção de culinária, e havia um livro sobre viajar pelo Reino Unido. Essa foi a melhor parte de filmar lá, sempre estávamos pegando livros diferentes. Eu acho que o cinegrafista achou um livro cheio de mad lips e a gente sempre jogava um jogo desse livro.

A série afetou sua relação com as redes sociais?

Nunca fui muito ligada as redes sociais antes e sempre fui boa em tirar um tempo de folga. Não é realmente o meu gosto, mas é de cada um. Isso é algo que Beck e eu não temos em comum, é que ela dá muito de si mesma nas redes sociais e eu dou quase nada. Já teve gente que mandou cartas para os meus pais pedindo para eu casar com eles ou algo assim e você pensa em coisas desse tipo. Mas acho que estou longe, batendo na madeira, de ter chances de isso acontecer. As chances de alguém te traindo tão drasticamente e manipulando formas de entrar na sua vida, esperançosamente, são muito pequenas para todos nós. Eu sei que isso acontece e as pessoas têm stalkers e eles têm um verdadeiro trauma por causa deles. Eu não sei o que mais eu poderia fazer diferente nas mídias sociais além de não estar nelas.

Existe uma qualidade que você tem em comum com o Beck com quem você realmente se conectou?

Eu me conectei com sua luta ao tentar virar adulta. Eu sei que esse é um termo clichê, um termo milenar no momento, mas ficamos adultos muito mais tarde nos dias de hoje. Ainda estamos aprendendo a cozinhar e a cuidar de nós mesmos e a priorizar nosso tempo. E ela é muito dura consigo mesma, e eu também sou a esse respeito, como uma jovem em Nova York, artista, e tentando descobrir como lidar com minha vida emocional, minha vida financeira e minha vida amorosa. Porque não é fácil! Ela luta com isso e acho que eu também.

Via
Tradução e adaptação por Elisa – Equipe ELBR

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